Aqui fala-se de tudo um pouco e sem tabus. Desde estudos,dietas,disturbios alimentares, saúde,beleza,dicas,conselhos e informações, até aos meus sentimentos, problemas, alegrias, tristezas,recordações amizades,namoros,vida pessoal...and so one!^-^
18.7.09

Olá! Está tudo bem com vocês

    Já que andei numa de engordar e agora estou "de castigo" lol (em dieta, o que para mim, chocolátara como sou, é um verdadeiro castigo), gostaria também de saber qual é o vosso IMC!

O questionário propriamente dito, encontra-se no final do blog, mesmo no finalzinho da coluna dos posts, pois não é possível inserir html nestes locais.

    O IMC (Índice de massa corporal), é uma equação através da qual, tendo como dados o peso e a altura da pessoa, é possível determinar, através de uma relação de proporcionalidade entre ambos, se uma pessoa está ou não acima do peso recomendado para a sua estatura.

    Embora, em alguns casos, tal como o meu, embora estando dentro da faixa considerada normal/saudável do IMC, estou com gordura a mais para a minha estrutura e composição corporal - 28%! (daí o facto de estar gorda e se referirem a mim como tal)

Descobri isto através de um exame chamado Bioimpedância, um exame que mede a percentagem de gordura corporal de uma pessoa ( façam clique no link abaixo, caso queiram saber concretamente no que consiste este exame):

 

http://www.medicinageriatrica.com.br/2007/08/25/saude-geriatria/bioimpedancia-corporal-avaliacao-da-proporcao-de-gordura-e-agua/

 

Isto prova que, nem sempre ter um IMC abaixo/dentro da normalidade ou vice-versa (tal como é o meu caso), significa que se é magro ou normal. 

 

***Beijokinhas e...***

 

 

 

 

 

 

My Spirit Is: Uns dias melhor, outros pior.

24.6.09

Bom dia people!

    Ontem tive o meu exame de história...preciso de desabafar.

 

 

    Foi assim, eu tenho estudado a matéria e tudo isso, sabia aquilo tudo de trás para a frente e da frente para trás. Mas, infelizmente, aconteceu uma grande desgraça:

O exame era composto por 2 grupos; o 1º tinha quatro perguntas, uma delas de desenvolvimento e o 2º, de respostas mais directas, todas elas relacionadas com um documento(texto interpretativo).

 

    Logo ao princípio, preenchi mal a porcaria do cabeçário e teve que vir lá a sala um professor qualquer responsável por não sei o quê do não sei quantos dos exames nacionais, enquanto estive à espera que o homem lá se despacha-se a ir, as professoras que estavam a vigiar o exame disseram que parasse de escrever, pois provavelmente teria que voltar a escrever tudo numa outra folha (não foi o caso, pois afinal o problema não era assim tão grave, menos mal).

Durante este tempo, perdi entre 5 a 10 minutos de tempo e começei logo a ficar nervosa(eu  sou sempre muito lenta a fazer testes e exame, não porque não saiba a matéria, até porque sou uma pessoa muito estudiosa e perfeccionista e é isso que me transforma na pilha de nervos que sou, pois sei tudo e tenho muito medo de não conseguir passar para o papel).

 

    Depois disto, as primeiras perguntas não correram mal, a seguir, na última questão do grupo(refiro-me ao 1ºgrupo) era de desenvolvimento, eu deveria ter falado na evolução do regime do Estado Novo até à decada de 50, quando estava quase a acabar, a professora disse que já só faltavam 10 minutos para o fim do tempo de tolerância!! (eu não tinha levado relógio, ia tão nervosa que nem me lembrei), então, vi que tinha falado de mais, falei até à década de 70, quase até ao 25 de abril, mas já não tive tempo de reformular a resposta (ainda para mais, sendo de desenvolvimento) deixei ir assim, falar de mais desconta na cotação da resposta, mas falar de menos é pior ainda!

 

 

    Avancei, então, já toda stressada e tremer, para o último grupo ( e uma das professoras a gozar, ao notar a minha extrema enervação, para variar!).

Já faltavam apenas 5 minutos, não tinha tempo de ler o documento, escrevi, então, qualquer coisa nessas 3 perguntas só para a metade do exame não ir em branco...

 

Já estão a ver..não é?

 

...Enfim...

 

    O que me irrita no meio disto tudo, é que eu sabia aquela porra toda na ponta da língua!

Ainda por cima o último grupo...esse era facílissimo!, canja mesmo!, era só interpretação do texto e justificar com base na minha argumentação e na do autor (mais algumas coisas nele implícitas, é claro), mas isto até é uma coisa que faço muito bem, pois tenho um bom raciocínio e poder argumentativo, para além de saber levar a conversa para o lado que me convém (pelo menos é o que toda a gente me diz, até oiço dizer de várias que daria uma boa advogada).

Mal li as perguntas, e em relação ao texto, nem o li...enfim, escrevi qualquer coisa e nem justifiquei (como me pediam) e nas duas últimas já a prof me estava a xingar a cabeça para entregar, ou então a prova era anulada!

Passei esta última parte do exame a tremer da cabeça aos pés, quando sí da sala tive um tontura e quase fui contra a porta...sentia o meu coração a explodir...tive que me sentar num dos bancos do jardim em frente ao liceu antes de ir para casa, para ver se acalmava um pouco.

É só para terem uma pequena noção do meu estado perante toda esta situação...

    Quando cheguei a casa, enfiei-me no quarto a chorar desalmadamente, lá veio aquela pergunta, neste caso para mim, extremamente irritante:

"Então o exame? Como é que correu?", desatei a mais ainda e expulsei as pessoas do quarto, Disseram logo, "Ah! Mas como e que é possível? Estudaste dias e noites inteiros, mal dormiste! Como é que isso foi acontecer?"(mas dito num tom quase a ralharem comigo e, silmultâneamente, de espanto e confusão).

Não dei explicações relativamente a isso, fiquei 3 horas fechada no meu quarto de luz apaga, tudo fechado, sem querer ver ninguém...durante esse tempo, o meu pai entrou contra a minha vontade, disseram-lhe que tinha chegado a chorar. O meu pai ainda veio fazer pior:

"Onde é que está o enunciado?" disse num tom autoritário.

"Vá-se embora daqui! Não quero ver ninguém" - disse-lhe eu

"Onde é que está?!" - disse numa voz ainda mais severa e autoritária.

 

Acabei por lhe dar o exame

 

"Isto é facílimo! Como é que não fizeste tudo, burra!"

Voltei a pedir-lhe que saísse, desta vez não aos gritos, mas de forma civilizada. Ainda ficou ali cinco minutos a olhar para mim, mas depois saiu.

    Nem disse nada ao meu explicador sobre como tinha corrido o exame, tive muita vergonha, nem sabia o que lhe ia dizer, embora tivesse tido muita vontade de lhe contar (tenho vergonha de dizer isto, mas quando saí daquela sala, a única ideia que me vinha à cabeça, era a de correr a chorar nos braços dele (que ideia estúpida, quando alguma coisa me corre mal, a minha vontade é, no máximo, de ir ter com a minha "mãe", mesmo assim, apenas em casos extremos,  normalmente guardo os meus problemas e as minhas mágoas para mim, quanto mais de ir ter com ele, uma pessoa com a qual apenas tenho uma relação professor/aluna - ainda bem que ele não sabe que tenho um blog! e espero que nunca o descubra, bem como outras pessoas que me conheçam pessoalmente! lol)

 

    Lá para a hora de jantar, 20.30/20.45, ele mandou-me uma sms a perguntar como me tinha corrido, rebentou, então um nova fonte de lágrimas dos meus olhos.

"Olá.. Então como correu o exame? Espero que tenha corrido pelo melhor. Cumprimentos."

 

Fiquei hesitante perante aquilo, sem saber o que dizer, sentindo-me com muita vergonha de mim mesma e a pensar no que ele poderia ficar a pensar de mim, depois de tanto tempo a explicar-me a matéria do ano inteiro, mesmo quando eu não percebia muito bem ou tinha alguma dúvida, voltava a explicar-me, sempre muito simpático e paciente.

 

Lá acabei por conseguir responder, passado uns 10 minutos, contei-lhe tudo, precisava mesmo de desbafar com alguém, incluindo o facto de ter tido tonturas e de quase ter caído no chão.

Ele: "Isso foi complicado então gerir o tempo é muito importante. O que saiu na primeira parte? Bem de qualquer forma não desanimes e no pior cenário terás sempre a outra fase. Um abraço"

 

Respondi o que tinha sído e tal, bem como se ele queria que lhe entregasse os livros que tinha imprestado pessoalmente ou na loja de fo´tocópias ao lado da casa dele, que ele depois ia lá buscar (tinhamos falado e feito vários execícios sobre essa parte da matéria).

 

Ele: Bem então a primeira parte até poderá dar para passares correu-te bem não foi? Quanto aos livros deixa na (nome da loja) ou então passa em minha casa na quinta ao início da tarde como te der mais jeito. Abraço

 

Eu disse, então, que passaria por lá na quinta-feira.

 

Ele: "Sim, até ás 15h estarei por casa. Cumprimentos"

 

    Estou cheia de vergonha de lá ir na quinta-feira

 

   (Faço mil e um pedidos aque se encontra lá em cima no céu, para que ninguém, especialmente ele, dê de caras com isto!)

    Para além disto, os nervos e tudo isso, deram-me para comer tudo aquilo que encontrei pela frente, especialmente doces e chocolates até não poder mais...

Até tenho medo de me pesar amanhã!

 

****Beijokas e boa sorte nos vossos exames, se também os tiverem***

My Spirit Is: Completamente feita num oito

21.6.09

    Bom dia!  Decidi-me finalmente a largar estas três "drogas" da minha vida de uma vez por todas e ver se consigo travar este meu aumento de peso, resultante dos meus episódios compulsivos.

    Tenho eliminado da minha alimentação o açúcar e o glutamato, mas não o aspartame, uma vez que não gosto nada de iogurte e leite ao natural, bem como de beber café amargo (quando estou nervosa, o é o meu melhor calmante, acreditem. Isto claro,  à excepção de uma boa tabelete de chocolate milka).

Esta semana até tenho andado bem, mas, lá está, quando como um daqueles iogurtes com aquele delicioso aroma de baunilha, que eu simplesmente, adoro, como uma data deles seguidos....

Mas o pior disto tudo, é que quando vejo que já abusei, penso assim:

 

"Para quê parar? , já abusei!, já vou engordar, ou pelo menos, já não vou emagrecer porque abusei nas calorias. Mais vale comer tudo aquilo que me apeteça, já que vou passar semanas sem lhes poder tocar, pelo menos até chegar ao peso desejado, Nessa altura,  já podem haver algumas excepçõezinhas, porque aí, como já não tenho que emagrecer mais, o peso mantém-se, mas até lá não pode mesmo ser, e ainda falta tanto! é só mais um dia de disparates..."

    Este Sábado, foi um desses belos dias...

O pior de tudo, é que este Sábado pesei-me e tive uma bela de uma surpresa:

Estou com 56.4! Oque significa, mais 1kg e 900 g que a semana passada (são quase mais 2 kg..), ultimamente tem sido assim, cerca de 2kg por semana...mesmo que depois perca 2 ou algo dogénero (porque fico sempre com muita retenção de líquidos depois disto), a felicidade é passageira, porque no próximo episódia voltam mais 2 extra...

Ás vezes penso mesmo em vomitar, que se o fizer só de vez em quando não há problema, sempre é menos 1 kg a mais que vou ter em cima. Confesso, já tentei, mas não consigo fazê-lo, não me sai nada cá para fora e, ainda por cima, fico cheia de dores de garganta por meter lá coisas dentro para ver se consigo provocar o vómito. Sei que isto não está certo e não quero ser bulímica, mas também não quero ver o meu peso a aumentar de dia para dia.

 

 

 

    A minha menstruação já me devia ter aparecido logo ao início do mês, continua a não aparecer, continua-se sem perceber o porquê disso, há dois anos que não menstruo sem o uso de pilulas e porcarias que a provoquem.

Em todas as ecografias que fiz desde há dois anos para cá, todas dizem que tenho folículos em crescimento, quase no tamanho certo para libertar um óvulo e, desse modo, poder ovular, pelos vistos, eles, chegam a essa fase , é certo, mas não libertam o óvulo...

Quando mostrei a última ecografia à médica, ela disse que as minhas ovulações chegam ao meio e param, ficam lá maduros mas não saem, posso até engravidar facilmente, e que o facto,  provavelmente, se deve a motivos de ordem psicológica. (coisa de que duvido muito, há doi anos..hm..). Voltei a fazer análises: os estrogéneos continuam baixos, os triglicéridos e o colestrol altos e o resto está tudo bem. (continuo a ter aquele problema durante a noite, de que falei em "A Minha História" , é deveras constrangedor, ainda para mais, para uma rapariga da minha idade...).

Ainda não marquei consulta, não sei quando é que lá vou, provavelmente lá para o final desta semana, quando terminarem os exames. Núltima consulta, ela disse-me que se os resultados se mantivessem assim, me ia encaminhar para um endocrinologista em Lisboa...

Começo a pensar: "Que raio de doença terei eu, o que é que ainda me estará para acontecer?

 

Enfim...

Daqui para a frente, estou decidida a largar de uma vez, todas as formas de consumo de aspartame ou de qualquer sabor doce, bem como de químicos ( o glutamato e o açúcar já eliminei), uma vez que qualquer sabor doce me desperta a gula e me faz comer tudo aquilo que encontro pela frente.

Passo os dias a pensar em comida e obcecada com calorias...

 

***Beijoquinhas e continuação de bom fim-de-semana***

 

My Spirit Is: Triste, mal, sem rumo, culpada

14.6.09

   Com base em várias pesquisas que fiz na Internet, elaborei este texto auxiliar relativamente à Compulsão alimentar.

Espero que me ajude, e a outras pessoas também .

 

 

    Controlar o impulso de comer é conseguir fazer outras coisas que não sejam atacar a comida. Não se trata de forçar ninguém a passar fome, mas sim de desenvolver uma capacidade de escolha. Seguir ou não o impulso? Saciar aquela vontade imediatamente ou, a médio prazo, ser magra e saudável? Não deixe que a comida controle a sua vida. É você quem precisa controlar a comida. O impulso de comer é uma reação automática, que vem sem a pessoa pensar.

 
    Quem tem compulsão alimentar, assim que se sente ansiosa, vai buscar à despensa uma solução automática, como fazemos quando conduzimos um carro. Fazemos trocas de marchas, aceleramos e fazemos manobras sem pensar. Para alterar este comportamento, é preciso decompô-lo em etapas.

 

 

    Precisa de pensar no que está a fazer na altura exacta dos ataques de fome, e não depois, culpando-se loucamente.

É preciso transformar atitudes mecânicas em atitudes conscientes. Para tal, é necessário entender as etapas do processo de autocontrole. Antes de tudo, tenha paciência e perserverança, já que não é fácil desfazermo-nos de um hábito assim, enraízado. Aqui, mais importante que o resultado, é a prática do processo. Falhas e recaídas não devem ser vistas como derrotas, mas como uma oportunidade para aprender.

 

    Veja as etapas passo-a-passo, bem como os possíveis desencadeadores dos ditos episódios: 

 

   1. Identifique os sinais de perigo antes que se convertam em comida - Anote as sensações, as situações, os pensamentos, se está só ou acompanhado (a), o dia e a hora a que essa fome aparece, o que a faz pensar em ir comer. O simples facto de pegar no lápis e no papel em vez da bolacha, já faz que esteja a adiar o ataque, além de trazer à sua consciência, informações importantes e relações entre situações diversas e o comportamento alimentar que a pessoa desconhecia. A primeira descoberta, nem sempre é assim tão óbvia;

    2. Ansiedade, stress, tristeza, preocupação, dificuldades interpessoais, dificuldades na resolução de problemas, pensamentos desagradáveis, pessimismo, desespero, falta de esperança e de perspectivas, baixa auto-estima, preocupação com dietas, ou mesmo não ter nada para fazer podem estar entre as causas;

    3. Faça um diário alimentar - Quando estiver a fazê-lo, a primeira pergunta que deve fazer a si própria é: 'Será realmente fome o que eu estou a sentir?';

    4. Tente inibir a resposta automática ao identificar o primeiro sinal do ataque, questione esse impulso.

Tente raciocinar enquanto o processo está acontecer;

    5. Analise os prós e os contras de comer sem fome.

Quais as vantagens de ceder? E os prejuízos? Que outra coisa poderia fazer de agradável nesse momento, além de comer?

Se for necessário, coloque alguns "lembretes" em lugares visíveis.

Tudo isso para ganhar tempo e aprender a conversar consigo própria.

Em vez de dizer: "Estou ansiosa e vou comer", tente  dizer antes: "Estou ansiosa. Como solucionar esta situação? Quais as minhas possibilidades? Muitas vezes, o simples passar do tempo faz com que o impulso de comer enfraqueça ou mesmo desapareça.

    6. Procure alternativas.

Pergunte-se o que poderia fazer em vez de comer.

Tente obter uma enorme variedade de respostas, para que fique fácil escolher uma delas. Essa alternativa deve ser agradável para si ( por exemplo:visitar um amigo, ir ao cinema, fazer ginástica, desenhar, secrever...etc).

    7. Selecione as alternativas.

Examine a viabilidade de cada uma. "Se o meu amigo não estiver em casa, quem sabe, faça um trabalho no computador".

Identifique os medos ou as inibições que bloqueiam as alternativas promissoras. "Porque não quero caminhar se eu sei que me fará bem?" De que é que eu tenho medo"? Questione tudo!

    8. Coloque em prática a alternativa escolhida.

Avalie os resultados.

"Será que a caminhada tirou mesmo a minha vontade de comer?" Se não funcionou, escolha outra, até conseguir o resultado esperado.

 

*** Beijoquinhas***

My Spirit Is: Razoávelmente

7.6.09

    Bom Domigo para todos! Encontrei num site este artigo bastante inetressante e deveras importante sobre os erros e infiabilidades do famoso método de cálculo do grau de magreza ou obesidade - o IMC (índice de massa corporal), finalmente consigo entender o porquê de eu ter um peso considerado normal mas não estar nada magra, bem pelo contrário. Por várias vezes fui a uma daquelas balanças que há nas parafarmácias, que medem a percentagem de gordura corporal, e, curiosamente, a minha é de 24% para alguém de 1,57 e 55 kg .

 

 

 

 

    "Pesquisa divulgada recentemente com mais de duas mil pessoas revela que, mesmo com peso adequado, 62% delas têm excesso de gordura localizada e correm o risco de sofrer de doenças relacionadas ao sobrepeso. Saiba mais sobre esse novo transtorno
 

    A notícia pode parecer contraditória, entretanto foi o resultado a que os cientistas chegaram após um estudo, que avaliou 2.127 pessoas com IMC (o famoso Índice de Massa Corporal) até então considerado adequado. O IMC, muito usado pelos médicos para avaliar grupos de pessoas, é uma fórmula que indica o estado nutricional do indivíduo, desde a desnutrição grave até a obesidade, relacionando o peso à altura por meio de uma equação. Se o resultado for entre 18,5 e 24,9, o peso é considerado normal (veja quadro Como calcular o IMC).

Músculo X gordura localizada 
O que o estudo norte-americano demonstrou é que essa conta não é tão simples como se imaginava: o IMC não diferencia a massa muscular da gordura. E como a gordura é mais leve do que a massa muscular, a substituição de músculos por tecido adiposo pode acontecer sem alterações no peso. Foi exatamente isso que os pesquisadores constataram: mais da metade das pessoas analisadas tinha excesso de gordura corporal.

“Um fisiculturista, por exemplo, pode ser classificado como ‘obeso’, pois o seu elevado peso corporal pode ter aumentado bastante o IMC. Entretanto, ele estaria longe de ser ‘gordo’, sendo, na verdade, muito ‘forte’, já que tem grande massa magra, e não massa gorda. Por outro lado, pessoas com peso considerado adequado podem ter perda muscular (massa magra), mas manter uma alta taxa de gordura para seu tipo físico. Nesse caso, apesar de o aparente peso adequado dar uma tranqüilidade ilusória, essa quantidade de gordura acima do normal poderá trazer todos os problemas de saúde que um obeso teria”, explica o médico esportivo e coordenador do curso de Treinamento Personalizado do Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício da Unifesp, Fernando Torres.

De repente, gorda 
    Renata Maia, publicitária de uma famosa academia de São Paulo, 25 anos, 1,65 m, 59 kg, jamais precisou brigar com os ponteiros da balança e, até pouco tempo atrás, acreditava ser dona de uma saúde invejável. Mas, ao realizar o exame de bioimpedância (usado para avaliar a composição corporal do paciente) no final do ano passado, um susto: descobriu que estava com 30% de gordura no corpo.

“Fiz um check-up há alguns meses e deu que meu colesterol estava muito alto para uma pessoa da minha idade. Nunca poderia imaginar que isso fosse acontecer comigo, porque nunca fiquei acima do meu peso, não tenho facilidade para engordar. Estava com 61 kg. Mas o médico recomendou que fizesse atividade física e cortasse, ao máximo, frituras e gorduras. Comecei a fazer dieta e passei a fazer duas horas de exercícios por dia. Antes, treinava, no máximo, uma hora”, conta a publicitária.

"NUNCA PODERIA IMAGINAR QUE ISSO FOSSE ACONTECER COMIGO, PORQUE NUNCA FIQUEI ACIMA DO MEU PESO, NÃO TENHO FACILIDADE PARA ENGORDAR"
RENATA MAIA, DIAGNOSTICADA COM OBESIDADE DO PESO NORMAL

Para a médica do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Gláucia Duarte, Renata é o típico exemplo de paciente propenso à obesidade de peso normal, pois está dentro da faixa estabelecida como normal, mas, por algum motivo, apresenta aumento de adiposidade corporal."

 

    Você nunca teve de se preocupar com a balança. Ao contrário, sempre se sentiu de bem com a vida, sem a ameaça de doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, diabetes, ou qualquer outro problema relacionado ao sobrepeso, afinal, ao longo de toda a vida, conseguiu manter o peso indicado como o ideal para a sua altura e idade. Mas, há pouco mais de um mês, os pesquisadores da Clínica Mayo (EUA) divulgaram uma descoberta, que, para muita gente, caiu como uma bomba: a obesidade do peso normal.

 

 

*Informação retirada do site: http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/62/artigo91590-1.asp

 

My Spirit Is: Normal

4.6.09

    Olá  a todos! Parece que a minha compulsão alimentar está mais controladinha ^.^. Quando fui á médica, ela passou-me uma ecografia para ver como estão os meus ovários, na mesma foi detectada um foliculo em crescimento, do qual possa resultar uma possivel ovulação, espero que finalmente volte tudo à normalidade.

 

    Em relação ás minhas compulsões, a Dra receitou-me um antidepressivo (Fluoxetina) e um ansiolitico, de maneira a cortar o apetite excessivo e diminuir a minha ansiedade sobre a comida (sou uma pessoa algo nervosa), assim como umas análises aos niveis hormonais( estogeneos e tiroide) e um outro exame especifo  à tiroide.

Sempre fui contra os produtos químicos, nem quando estou com constipações tomo remédios, habituei o meu organismo a isso e passado dois dias a constipação já era! há anos que não tenho febre. Tenho algum receio de certos fármacos, sobretudo os antidepressivos, pois estes são drogas, e as drogas causam dependência.

Mas a Dra disse que não haveria problema se eu fizesse de acordo com o tratamento proposto ( com duração de 6 meses, seguido do "desmame" ) e, sobretudo, que confiasse na pessoa que me estava a medicar (já a conheço á alguns anos  e ela sabe o meu historial todo).

 

 

    Nos primeiros quatro dias, a Dra disse que eu poderia sentir  "tremeliques", mas a única coisa que notei foi que andava cheia de sono e que adormecia em todo o lado em que me sentava...lol, inclusive em frente a este meu computador portatil, que caiu no chão quando adormeci sobre ele... (meu deus, que horror),  mas ao menos não sofreu qualquer dano *suspiros* , tenho-o há pouco mais de 3 meses e foi comprado com o dinheiro que reci no natal!

Graças a deus o efeito só durou os ditos quatro dias, durante a noite dava-me muita espertina (passava os dias a dormir, la esta), mas agora esta tudo bem, sinto-me me mais calminha e bem disposta, isso tem ajudado bastante no controlo da compulão.

Outra coisa boa do tratamento está no facto de já não me acontecer aquele pequeno grande problema nocturno... é curioso...pensei que puidesse ter algum problema na bexiga, mas a ecografia não acusou nada e eu ja consultei dois terapeutas e ambos chegaram a conclusão de que era tudo provocado pela minha cabeça, por algum choque emocional forte ou algum trauma recalcado pelo meu inconsciente (o que, provavelmente, tambem é o mesmo que ocasiona a minha falta de menstruação e a baixa do estrogeneo, bem como a compulsão), a mente humana é realmente um mistério, sobretudo o nosso inconsciente.

 

   Em relação ás análises, ainda não tive tempo de as ir fazer, vou ao laboratório faze-las o mais tardar esta sexta-feira.

***Beijokinhas***

 

My Spirit Is: Bem/Esperançada

3.6.09

O que é o Metabolismo Basal?

 

 

    Em termos simples, o metabolismo é o número de calorias que o corpo gasta na manutenção dos seus orgãos e funções vitais (tal como os pulmões o coração, o cérebro ou o intestino).

 

    A taxa metabólica pode variar de pessoa para pessoa, duas pessoas podem ter o mesmo nível de actividade, dieta, peso, idade,  altura e sexo, mas ainda assim, ganhar e perder peso em quantidades diferentes baseado na diferença de metabolismo.

 

    Os factores que interferem na Taxa Metabólica Basal (TBM) são vários :

 

           *Idade: Durante a juventude a TMB é mais elevada. Com a idade perde-se massa magra e a TMB diminui;
           *Altura: As pessoas altas e magras têm TMB mais elevadas.;
           *Crescimento: As crianças e as grávidas têm TMB mais elevadas.;
           *Composição corporal: Quanto maior a percentagem de massa magra no organismo, maior a TMB. Quanto mais tecido gordo tiver o organismo menor a TMB;
            *Febre: A febre pode fazer aumentar a TMB.;
            *Stress: As hormonas associadas ao stress podem fazer elevar a TMB;
            *Temperatura ambiental: Quer o calor quer o frio podem fazer aumentar a TMB;
            *Jejum/Fome: As hormonas associadas ao jejum/fome faz diminuir a TMB; 
            *Desnutrição: O estado de desnutrição faz diminuir a TMB;
            *Tiroxina: A tiroxina, uma hormona da tiróide, é uma substância crucial na regulação da TMB. Quanto maior a quantidade de tiroxina produzida, maior a TMB.

   

My Spirit Is: Normal
Link do postPor Miss Princess, às 10:45  O que achou? Comente!


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