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7.6.09

    Bom Domigo para todos! Encontrei num site este artigo bastante inetressante e deveras importante sobre os erros e infiabilidades do famoso método de cálculo do grau de magreza ou obesidade - o IMC (índice de massa corporal), finalmente consigo entender o porquê de eu ter um peso considerado normal mas não estar nada magra, bem pelo contrário. Por várias vezes fui a uma daquelas balanças que há nas parafarmácias, que medem a percentagem de gordura corporal, e, curiosamente, a minha é de 24% para alguém de 1,57 e 55 kg .

 

 

 

 

    "Pesquisa divulgada recentemente com mais de duas mil pessoas revela que, mesmo com peso adequado, 62% delas têm excesso de gordura localizada e correm o risco de sofrer de doenças relacionadas ao sobrepeso. Saiba mais sobre esse novo transtorno
 

    A notícia pode parecer contraditória, entretanto foi o resultado a que os cientistas chegaram após um estudo, que avaliou 2.127 pessoas com IMC (o famoso Índice de Massa Corporal) até então considerado adequado. O IMC, muito usado pelos médicos para avaliar grupos de pessoas, é uma fórmula que indica o estado nutricional do indivíduo, desde a desnutrição grave até a obesidade, relacionando o peso à altura por meio de uma equação. Se o resultado for entre 18,5 e 24,9, o peso é considerado normal (veja quadro Como calcular o IMC).

Músculo X gordura localizada 
O que o estudo norte-americano demonstrou é que essa conta não é tão simples como se imaginava: o IMC não diferencia a massa muscular da gordura. E como a gordura é mais leve do que a massa muscular, a substituição de músculos por tecido adiposo pode acontecer sem alterações no peso. Foi exatamente isso que os pesquisadores constataram: mais da metade das pessoas analisadas tinha excesso de gordura corporal.

“Um fisiculturista, por exemplo, pode ser classificado como ‘obeso’, pois o seu elevado peso corporal pode ter aumentado bastante o IMC. Entretanto, ele estaria longe de ser ‘gordo’, sendo, na verdade, muito ‘forte’, já que tem grande massa magra, e não massa gorda. Por outro lado, pessoas com peso considerado adequado podem ter perda muscular (massa magra), mas manter uma alta taxa de gordura para seu tipo físico. Nesse caso, apesar de o aparente peso adequado dar uma tranqüilidade ilusória, essa quantidade de gordura acima do normal poderá trazer todos os problemas de saúde que um obeso teria”, explica o médico esportivo e coordenador do curso de Treinamento Personalizado do Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício da Unifesp, Fernando Torres.

De repente, gorda 
    Renata Maia, publicitária de uma famosa academia de São Paulo, 25 anos, 1,65 m, 59 kg, jamais precisou brigar com os ponteiros da balança e, até pouco tempo atrás, acreditava ser dona de uma saúde invejável. Mas, ao realizar o exame de bioimpedância (usado para avaliar a composição corporal do paciente) no final do ano passado, um susto: descobriu que estava com 30% de gordura no corpo.

“Fiz um check-up há alguns meses e deu que meu colesterol estava muito alto para uma pessoa da minha idade. Nunca poderia imaginar que isso fosse acontecer comigo, porque nunca fiquei acima do meu peso, não tenho facilidade para engordar. Estava com 61 kg. Mas o médico recomendou que fizesse atividade física e cortasse, ao máximo, frituras e gorduras. Comecei a fazer dieta e passei a fazer duas horas de exercícios por dia. Antes, treinava, no máximo, uma hora”, conta a publicitária.

"NUNCA PODERIA IMAGINAR QUE ISSO FOSSE ACONTECER COMIGO, PORQUE NUNCA FIQUEI ACIMA DO MEU PESO, NÃO TENHO FACILIDADE PARA ENGORDAR"
RENATA MAIA, DIAGNOSTICADA COM OBESIDADE DO PESO NORMAL

Para a médica do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Gláucia Duarte, Renata é o típico exemplo de paciente propenso à obesidade de peso normal, pois está dentro da faixa estabelecida como normal, mas, por algum motivo, apresenta aumento de adiposidade corporal."

 

    Você nunca teve de se preocupar com a balança. Ao contrário, sempre se sentiu de bem com a vida, sem a ameaça de doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, diabetes, ou qualquer outro problema relacionado ao sobrepeso, afinal, ao longo de toda a vida, conseguiu manter o peso indicado como o ideal para a sua altura e idade. Mas, há pouco mais de um mês, os pesquisadores da Clínica Mayo (EUA) divulgaram uma descoberta, que, para muita gente, caiu como uma bomba: a obesidade do peso normal.

 

 

*Informação retirada do site: http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/62/artigo91590-1.asp

 

My Spirit Is: Normal

6.6.09

    Olá a todos...hoje foi definitivamente um dia não, parece que nos primeiros quatro dias a fluoxetina e o ansiolitico tiravam-me mais o apetite, mas hoje tive novamente compulsão, por este andar nunca mais vou emagrecer *suspiros*.

Parece que os medicamentos nos primeiros dias actuavam de modo diferente, reduziam a fome devido ao ligeiro enjoo, sono e cansaço que me causavam. Agora, népia! noto que não ando tão nervosa e sinto-me mais calminha, mas a fomeca exagerada continua. No papel que vem com o antidepressivo (fluoxetina), diz lá que é utilizado no tratamento da compulsão alimentar e da bulimía nervosa (para além de depressões, é claro), mas não diz que é para

o excesso de apetite, a referência à perda de apetite aparece como um dos efeitos secundários do medicamento, que por sinal também é indicado que desaparece com a continuidade do tratamento. Já estão a ver não é?

 

 

    Em relação ás análises ao sangue, não tive novamente tempo para fazer hoje, ou vou amanhã ou na segunda-feira, pensei que as explicações de História eram à tarde mas afinal ficaram marcadas para a parte da manhã (eu mudei de área no final do meu 10º ano, era de ciências socioeconómicas, nunca fui uma aluna de quadro de honra, mas até tinha umas notas jeitosas entre o 14 e o 17, o pior foi a matemática, que foi uma disciplina a que chumbei sempre desde que pus o pezinho na escola aos 6 anos de idade, como tal, sem quaisquer bases para aquilo, nunca passei do 4 ou do 5 numa escala de 0 a 20 .... Como tal, tive que optar pela única área em que este "bicho" não me perseguia - Ciências sociais e humanas/ Humanidades, e fiquei com uma disciplina para fazer em exame - História, a qual acabei por chumbar, um exame para uma inculta em relação a estas tematicas e sem nunca ter tido aulas ir fazer um exame de tres anos de historia para equivaler a toda a nota dessa disciplina no ensino secundario, é algo dificilimo, então, este ano, desde á um mes atras, consegui finalmente saber de um explicador neste raio desta terra que estivesse dentro do programa de História A actual e me pudesse acompanhar, até agora tem corrido bem, é um bom explicador ( deve ser dos poucos aqui que esta dentro do programa porque acabou o curso dele á pouco tempo, é pouco mais velho do que eu...lol tem 20 e poucos anos, fiquei na duvida entre trata-lo por "tu" ou por "professor" quando vi que era tão jovem).

    Voltando ao assunto anterior, quando for à próxima consulta, tenho que falar seriamente com a Dra, talvez seja melhor suspender o tramento, estar a tomar uma coisa que só me pode criar dependência, encher-me de químicos, dár-me cabo da saúde e não me resolver o problema... não dá.

 ***Beijinhos e bom fim-de-semana light!***

My Spirit Is: Desiludida


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