Aqui fala-se de tudo um pouco e sem tabus. Desde estudos,dietas,disturbios alimentares, saúde,beleza,dicas,conselhos e informações, até aos meus sentimentos, problemas, alegrias, tristezas,recordações amizades,namoros,vida pessoal...and so one!^-^
Ainda falta muito u_u...
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16.7.09

Olá Pessoal!

 

     Tenho uma boa notícia em relação à dieta, acho que descobri uma forma de acabar com o excesso de apetite...hehe.

Há um médico que tem uma clínica de estética e nutrição aqui, várias pessoas disseram que conseguiram emagrecer e acabar com a maldita da compulsão alimentar. Aqui em casa, todos nós, à excepção do meu querido maninho que é elegante e parece um modelo, todos estamos a precisar de emagrecer, lol.

 

    A minha avó e a minha "mãe" já lá tinham ido à algum tempo e o médico receitou-lhes uns comprimidos que ele manda fazer numa farmácia (manipulados).

A minha avó tem tido bons resultados, não tem metade do apetite que tinha e já se nota que está mais magrinha!

 

    Eu não fui logo lá, pois experimentei eliminar o açúcar, o aspartame e todos os químicos da minha alimentação sem ter que recorrer a produtos para emagrecimento (embora sejam só produtos naturais e sem contra-indicações), Mas infelizmente acabo sempre por ter gula mais cedo ou mais tarde e ainda por cima engordo com muita facilidade, estou com 60 kg!

 

    Um horror, nem quero saír à rua, ainda por cima vivo num meio pequeno, onde toda a gente sabe quem eu sou, onde toda a gente comenta e olha quando eu passo, já me chamaram gorda e tudo por várias vezes, algumas vão atrás de mim a olhar e a comentar com a outra pessoa ao lado a minha largura, com as mãos afastadas para mostrar o gesto, este gesto não o fazem na minha frente, mas vi duas conhecidas minhas a fazê-lo, vi-o reflectido no vidro de uma janela..tão a ver?? É tipo aquele gesto bastante desgradável em relação aos gordinhos... é uma sensação simplesmente horrível...ainda nem fui fazer a minha candidatura à faculdade, pois não tenho coragem de entrar no liceu e ver novamente todos os olhares voltados para mim e a irem atrás de mim a fazerem-me perguntas...

Não sei o que fazer, nem o que dizer, nem tão pouco como reagir, não consigo lidar com isto...o que é que voces fariam no meu lugar amigos??Sinto-me tão constrangida nestas alturas...já não basta aquilo que tenho que sofrer sozinha com esta situação!?

 

    Não tenho conseguido, mesmo com o eliminar da minha alimentaçãoos produtos que já referi acima...decidi então experimentar os tais comprimidos manipulados...enfim..aquilo é um espectáculo!

Tira mesmo o excesso de apetite e a gula, é claro que se tem fome, mas com qualquer coisinha (tipo um iogurte, uma sopa ou uma saladinha), uma pessoa fica logo saciada! É óptimo!

Os ditos manipulados são compostos por: Policotinato de crómio, Garcínia Camboja e Boldo. (Tomo três cápsulas por dia)

Estive a pesquisar no google antes de os tomar, e realmente faz sentido, estas três substâncias naturais servem para manter estáveis os níveis do açúcar no sangue e reduzir o apetite, o que auxilia bastante no emagrecimento!

Ainda para mais, eu tenho hipoglicémia (açúcar baixo no sangue), e mesmo quando faço o teste de tolerância à glicose, os níveis não sobem nada, ou se mantêm ou baixam ainda mais...isto justifica a permanente sensação de fome que me acompanha 24 horas por dia, é muito chato, ainda para mais quando uma pessoa se a engordar a olhos vistos de dia para dia, sem roupas para vestir ( e com um armário e gavetas cheias de tops, calças e roupa giríssima em tamanhos pequenos) e tudo a assentar-nos mal, comentários de terceiros, baixa auto-estima, dantes eu era magrinha e estava linda (modéstias a parte, mas é verdade), sinto-me num corpo que não é o meu, evito por isso olhar-me no espelho, magoa-me bastante). Este ano não vou à praia!

 

 

 (Sei que é uma boneca, mas eu quando estava magra, estava com um corpo neste género, um corpo de boneca lol, ;) modéstia à parte! )

 

    De agora em diante, só me resta continuar a tentar com os comprimidos.

Por agora está a ir bem, graças a deus! Nos primeiros dois dias não notei nada, hoje, no terceiro, já noto a falta da gula, yesss!!!

 

***Beijokinhas***

My Spirit Is: Gorda, mas mais confiante.

24.6.09

Bom dia people!

    Ontem tive o meu exame de história...preciso de desabafar.

 

 

    Foi assim, eu tenho estudado a matéria e tudo isso, sabia aquilo tudo de trás para a frente e da frente para trás. Mas, infelizmente, aconteceu uma grande desgraça:

O exame era composto por 2 grupos; o 1º tinha quatro perguntas, uma delas de desenvolvimento e o 2º, de respostas mais directas, todas elas relacionadas com um documento(texto interpretativo).

 

    Logo ao princípio, preenchi mal a porcaria do cabeçário e teve que vir lá a sala um professor qualquer responsável por não sei o quê do não sei quantos dos exames nacionais, enquanto estive à espera que o homem lá se despacha-se a ir, as professoras que estavam a vigiar o exame disseram que parasse de escrever, pois provavelmente teria que voltar a escrever tudo numa outra folha (não foi o caso, pois afinal o problema não era assim tão grave, menos mal).

Durante este tempo, perdi entre 5 a 10 minutos de tempo e começei logo a ficar nervosa(eu  sou sempre muito lenta a fazer testes e exame, não porque não saiba a matéria, até porque sou uma pessoa muito estudiosa e perfeccionista e é isso que me transforma na pilha de nervos que sou, pois sei tudo e tenho muito medo de não conseguir passar para o papel).

 

    Depois disto, as primeiras perguntas não correram mal, a seguir, na última questão do grupo(refiro-me ao 1ºgrupo) era de desenvolvimento, eu deveria ter falado na evolução do regime do Estado Novo até à decada de 50, quando estava quase a acabar, a professora disse que já só faltavam 10 minutos para o fim do tempo de tolerância!! (eu não tinha levado relógio, ia tão nervosa que nem me lembrei), então, vi que tinha falado de mais, falei até à década de 70, quase até ao 25 de abril, mas já não tive tempo de reformular a resposta (ainda para mais, sendo de desenvolvimento) deixei ir assim, falar de mais desconta na cotação da resposta, mas falar de menos é pior ainda!

 

 

    Avancei, então, já toda stressada e tremer, para o último grupo ( e uma das professoras a gozar, ao notar a minha extrema enervação, para variar!).

Já faltavam apenas 5 minutos, não tinha tempo de ler o documento, escrevi, então, qualquer coisa nessas 3 perguntas só para a metade do exame não ir em branco...

 

Já estão a ver..não é?

 

...Enfim...

 

    O que me irrita no meio disto tudo, é que eu sabia aquela porra toda na ponta da língua!

Ainda por cima o último grupo...esse era facílissimo!, canja mesmo!, era só interpretação do texto e justificar com base na minha argumentação e na do autor (mais algumas coisas nele implícitas, é claro), mas isto até é uma coisa que faço muito bem, pois tenho um bom raciocínio e poder argumentativo, para além de saber levar a conversa para o lado que me convém (pelo menos é o que toda a gente me diz, até oiço dizer de várias que daria uma boa advogada).

Mal li as perguntas, e em relação ao texto, nem o li...enfim, escrevi qualquer coisa e nem justifiquei (como me pediam) e nas duas últimas já a prof me estava a xingar a cabeça para entregar, ou então a prova era anulada!

Passei esta última parte do exame a tremer da cabeça aos pés, quando sí da sala tive um tontura e quase fui contra a porta...sentia o meu coração a explodir...tive que me sentar num dos bancos do jardim em frente ao liceu antes de ir para casa, para ver se acalmava um pouco.

É só para terem uma pequena noção do meu estado perante toda esta situação...

    Quando cheguei a casa, enfiei-me no quarto a chorar desalmadamente, lá veio aquela pergunta, neste caso para mim, extremamente irritante:

"Então o exame? Como é que correu?", desatei a mais ainda e expulsei as pessoas do quarto, Disseram logo, "Ah! Mas como e que é possível? Estudaste dias e noites inteiros, mal dormiste! Como é que isso foi acontecer?"(mas dito num tom quase a ralharem comigo e, silmultâneamente, de espanto e confusão).

Não dei explicações relativamente a isso, fiquei 3 horas fechada no meu quarto de luz apaga, tudo fechado, sem querer ver ninguém...durante esse tempo, o meu pai entrou contra a minha vontade, disseram-lhe que tinha chegado a chorar. O meu pai ainda veio fazer pior:

"Onde é que está o enunciado?" disse num tom autoritário.

"Vá-se embora daqui! Não quero ver ninguém" - disse-lhe eu

"Onde é que está?!" - disse numa voz ainda mais severa e autoritária.

 

Acabei por lhe dar o exame

 

"Isto é facílimo! Como é que não fizeste tudo, burra!"

Voltei a pedir-lhe que saísse, desta vez não aos gritos, mas de forma civilizada. Ainda ficou ali cinco minutos a olhar para mim, mas depois saiu.

    Nem disse nada ao meu explicador sobre como tinha corrido o exame, tive muita vergonha, nem sabia o que lhe ia dizer, embora tivesse tido muita vontade de lhe contar (tenho vergonha de dizer isto, mas quando saí daquela sala, a única ideia que me vinha à cabeça, era a de correr a chorar nos braços dele (que ideia estúpida, quando alguma coisa me corre mal, a minha vontade é, no máximo, de ir ter com a minha "mãe", mesmo assim, apenas em casos extremos,  normalmente guardo os meus problemas e as minhas mágoas para mim, quanto mais de ir ter com ele, uma pessoa com a qual apenas tenho uma relação professor/aluna - ainda bem que ele não sabe que tenho um blog! e espero que nunca o descubra, bem como outras pessoas que me conheçam pessoalmente! lol)

 

    Lá para a hora de jantar, 20.30/20.45, ele mandou-me uma sms a perguntar como me tinha corrido, rebentou, então um nova fonte de lágrimas dos meus olhos.

"Olá.. Então como correu o exame? Espero que tenha corrido pelo melhor. Cumprimentos."

 

Fiquei hesitante perante aquilo, sem saber o que dizer, sentindo-me com muita vergonha de mim mesma e a pensar no que ele poderia ficar a pensar de mim, depois de tanto tempo a explicar-me a matéria do ano inteiro, mesmo quando eu não percebia muito bem ou tinha alguma dúvida, voltava a explicar-me, sempre muito simpático e paciente.

 

Lá acabei por conseguir responder, passado uns 10 minutos, contei-lhe tudo, precisava mesmo de desbafar com alguém, incluindo o facto de ter tido tonturas e de quase ter caído no chão.

Ele: "Isso foi complicado então gerir o tempo é muito importante. O que saiu na primeira parte? Bem de qualquer forma não desanimes e no pior cenário terás sempre a outra fase. Um abraço"

 

Respondi o que tinha sído e tal, bem como se ele queria que lhe entregasse os livros que tinha imprestado pessoalmente ou na loja de fo´tocópias ao lado da casa dele, que ele depois ia lá buscar (tinhamos falado e feito vários execícios sobre essa parte da matéria).

 

Ele: Bem então a primeira parte até poderá dar para passares correu-te bem não foi? Quanto aos livros deixa na (nome da loja) ou então passa em minha casa na quinta ao início da tarde como te der mais jeito. Abraço

 

Eu disse, então, que passaria por lá na quinta-feira.

 

Ele: "Sim, até ás 15h estarei por casa. Cumprimentos"

 

    Estou cheia de vergonha de lá ir na quinta-feira

 

   (Faço mil e um pedidos aque se encontra lá em cima no céu, para que ninguém, especialmente ele, dê de caras com isto!)

    Para além disto, os nervos e tudo isso, deram-me para comer tudo aquilo que encontrei pela frente, especialmente doces e chocolates até não poder mais...

Até tenho medo de me pesar amanhã!

 

****Beijokas e boa sorte nos vossos exames, se também os tiverem***

My Spirit Is: Completamente feita num oito

21.6.09

    Bom dia!  Decidi-me finalmente a largar estas três "drogas" da minha vida de uma vez por todas e ver se consigo travar este meu aumento de peso, resultante dos meus episódios compulsivos.

    Tenho eliminado da minha alimentação o açúcar e o glutamato, mas não o aspartame, uma vez que não gosto nada de iogurte e leite ao natural, bem como de beber café amargo (quando estou nervosa, o é o meu melhor calmante, acreditem. Isto claro,  à excepção de uma boa tabelete de chocolate milka).

Esta semana até tenho andado bem, mas, lá está, quando como um daqueles iogurtes com aquele delicioso aroma de baunilha, que eu simplesmente, adoro, como uma data deles seguidos....

Mas o pior disto tudo, é que quando vejo que já abusei, penso assim:

 

"Para quê parar? , já abusei!, já vou engordar, ou pelo menos, já não vou emagrecer porque abusei nas calorias. Mais vale comer tudo aquilo que me apeteça, já que vou passar semanas sem lhes poder tocar, pelo menos até chegar ao peso desejado, Nessa altura,  já podem haver algumas excepçõezinhas, porque aí, como já não tenho que emagrecer mais, o peso mantém-se, mas até lá não pode mesmo ser, e ainda falta tanto! é só mais um dia de disparates..."

    Este Sábado, foi um desses belos dias...

O pior de tudo, é que este Sábado pesei-me e tive uma bela de uma surpresa:

Estou com 56.4! Oque significa, mais 1kg e 900 g que a semana passada (são quase mais 2 kg..), ultimamente tem sido assim, cerca de 2kg por semana...mesmo que depois perca 2 ou algo dogénero (porque fico sempre com muita retenção de líquidos depois disto), a felicidade é passageira, porque no próximo episódia voltam mais 2 extra...

Ás vezes penso mesmo em vomitar, que se o fizer só de vez em quando não há problema, sempre é menos 1 kg a mais que vou ter em cima. Confesso, já tentei, mas não consigo fazê-lo, não me sai nada cá para fora e, ainda por cima, fico cheia de dores de garganta por meter lá coisas dentro para ver se consigo provocar o vómito. Sei que isto não está certo e não quero ser bulímica, mas também não quero ver o meu peso a aumentar de dia para dia.

 

 

 

    A minha menstruação já me devia ter aparecido logo ao início do mês, continua a não aparecer, continua-se sem perceber o porquê disso, há dois anos que não menstruo sem o uso de pilulas e porcarias que a provoquem.

Em todas as ecografias que fiz desde há dois anos para cá, todas dizem que tenho folículos em crescimento, quase no tamanho certo para libertar um óvulo e, desse modo, poder ovular, pelos vistos, eles, chegam a essa fase , é certo, mas não libertam o óvulo...

Quando mostrei a última ecografia à médica, ela disse que as minhas ovulações chegam ao meio e param, ficam lá maduros mas não saem, posso até engravidar facilmente, e que o facto,  provavelmente, se deve a motivos de ordem psicológica. (coisa de que duvido muito, há doi anos..hm..). Voltei a fazer análises: os estrogéneos continuam baixos, os triglicéridos e o colestrol altos e o resto está tudo bem. (continuo a ter aquele problema durante a noite, de que falei em "A Minha História" , é deveras constrangedor, ainda para mais, para uma rapariga da minha idade...).

Ainda não marquei consulta, não sei quando é que lá vou, provavelmente lá para o final desta semana, quando terminarem os exames. Núltima consulta, ela disse-me que se os resultados se mantivessem assim, me ia encaminhar para um endocrinologista em Lisboa...

Começo a pensar: "Que raio de doença terei eu, o que é que ainda me estará para acontecer?

 

Enfim...

Daqui para a frente, estou decidida a largar de uma vez, todas as formas de consumo de aspartame ou de qualquer sabor doce, bem como de químicos ( o glutamato e o açúcar já eliminei), uma vez que qualquer sabor doce me desperta a gula e me faz comer tudo aquilo que encontro pela frente.

Passo os dias a pensar em comida e obcecada com calorias...

 

***Beijoquinhas e continuação de bom fim-de-semana***

 

My Spirit Is: Triste, mal, sem rumo, culpada

14.6.09

   Com base em várias pesquisas que fiz na Internet, elaborei este texto auxiliar relativamente à Compulsão alimentar.

Espero que me ajude, e a outras pessoas também .

 

 

    Controlar o impulso de comer é conseguir fazer outras coisas que não sejam atacar a comida. Não se trata de forçar ninguém a passar fome, mas sim de desenvolver uma capacidade de escolha. Seguir ou não o impulso? Saciar aquela vontade imediatamente ou, a médio prazo, ser magra e saudável? Não deixe que a comida controle a sua vida. É você quem precisa controlar a comida. O impulso de comer é uma reação automática, que vem sem a pessoa pensar.

 
    Quem tem compulsão alimentar, assim que se sente ansiosa, vai buscar à despensa uma solução automática, como fazemos quando conduzimos um carro. Fazemos trocas de marchas, aceleramos e fazemos manobras sem pensar. Para alterar este comportamento, é preciso decompô-lo em etapas.

 

 

    Precisa de pensar no que está a fazer na altura exacta dos ataques de fome, e não depois, culpando-se loucamente.

É preciso transformar atitudes mecânicas em atitudes conscientes. Para tal, é necessário entender as etapas do processo de autocontrole. Antes de tudo, tenha paciência e perserverança, já que não é fácil desfazermo-nos de um hábito assim, enraízado. Aqui, mais importante que o resultado, é a prática do processo. Falhas e recaídas não devem ser vistas como derrotas, mas como uma oportunidade para aprender.

 

    Veja as etapas passo-a-passo, bem como os possíveis desencadeadores dos ditos episódios: 

 

   1. Identifique os sinais de perigo antes que se convertam em comida - Anote as sensações, as situações, os pensamentos, se está só ou acompanhado (a), o dia e a hora a que essa fome aparece, o que a faz pensar em ir comer. O simples facto de pegar no lápis e no papel em vez da bolacha, já faz que esteja a adiar o ataque, além de trazer à sua consciência, informações importantes e relações entre situações diversas e o comportamento alimentar que a pessoa desconhecia. A primeira descoberta, nem sempre é assim tão óbvia;

    2. Ansiedade, stress, tristeza, preocupação, dificuldades interpessoais, dificuldades na resolução de problemas, pensamentos desagradáveis, pessimismo, desespero, falta de esperança e de perspectivas, baixa auto-estima, preocupação com dietas, ou mesmo não ter nada para fazer podem estar entre as causas;

    3. Faça um diário alimentar - Quando estiver a fazê-lo, a primeira pergunta que deve fazer a si própria é: 'Será realmente fome o que eu estou a sentir?';

    4. Tente inibir a resposta automática ao identificar o primeiro sinal do ataque, questione esse impulso.

Tente raciocinar enquanto o processo está acontecer;

    5. Analise os prós e os contras de comer sem fome.

Quais as vantagens de ceder? E os prejuízos? Que outra coisa poderia fazer de agradável nesse momento, além de comer?

Se for necessário, coloque alguns "lembretes" em lugares visíveis.

Tudo isso para ganhar tempo e aprender a conversar consigo própria.

Em vez de dizer: "Estou ansiosa e vou comer", tente  dizer antes: "Estou ansiosa. Como solucionar esta situação? Quais as minhas possibilidades? Muitas vezes, o simples passar do tempo faz com que o impulso de comer enfraqueça ou mesmo desapareça.

    6. Procure alternativas.

Pergunte-se o que poderia fazer em vez de comer.

Tente obter uma enorme variedade de respostas, para que fique fácil escolher uma delas. Essa alternativa deve ser agradável para si ( por exemplo:visitar um amigo, ir ao cinema, fazer ginástica, desenhar, secrever...etc).

    7. Selecione as alternativas.

Examine a viabilidade de cada uma. "Se o meu amigo não estiver em casa, quem sabe, faça um trabalho no computador".

Identifique os medos ou as inibições que bloqueiam as alternativas promissoras. "Porque não quero caminhar se eu sei que me fará bem?" De que é que eu tenho medo"? Questione tudo!

    8. Coloque em prática a alternativa escolhida.

Avalie os resultados.

"Será que a caminhada tirou mesmo a minha vontade de comer?" Se não funcionou, escolha outra, até conseguir o resultado esperado.

 

*** Beijoquinhas***

My Spirit Is: Razoávelmente

13.6.09

 

    Bom dia, hoje fui hoje buscar os resultados das minhas análises ao laboratório. Devo-lhes dizer que os meus níveis de colestrol e triglicéridos estão bastante acima dos normais, os triglicéridos então nem se fala..estão a pouco menos do dobro do valor máximo aceitável!

Sempre tive o colestrol alto, mesmo quando era magra e fazia um estilo de vida saudável, a tendência já é genética, tanto o meu pai como a minha mãe e outros familiares os têm bastante elevados, mas é verdade que a minha compulsão alimentar dos últimos meses o subiu para níveis ainda mais altos...

    Tenho que pôr fim a este ciclo vicioso e acabar com este inferno em que a minha vida se transformou a todos os níveis devido a este meu transtorno. Acabou, a partir de hoje, NO MORE COMPULSION! não só pelo mal que me causa psicológicamente,  sendo essa a principal consequência, julgo eu, porque é a mente que controla o corpo e a maneira como nos sentimos e reagimos, mas também pela minha saúde física.

    Estou farta disto, farta de sofrer com este vício. Farta de me levantar tarde para não comer e acabar por me empaturrar ao final da tarde ou mesmo á noite e no outro dia dormir até ás 4 horas da tarde e assim sucessivamente. Esta merda (desculpem-me o termo, mas a palavra adequada à situação é esta mesmo) desta vida sem sentido que levo com apenas 19 anos de idade de comer, dormir, comer e dormir... tem de acabar!!

Nunca tive muita vida social, sempre fui uma pessoa muito fechada, mas isto fez de mim ainda mais bicho do mato do que eu já era! Durante toda a minha adolescência estive fechada em casa e isolada do mundo.

Não tive adolescência nem infância, não tenho amigos, nunca tive nenhum namorado (apesar de já ter amado alguém que não me amava da mesma forma  e esse alguém me ter magoado tão profundamente, que eu isolei-me mais ainda, a dor foi tão forte que cheguei até a ter pensamentos suicidas). Era uma pessoa empenhada nos estudos e desisti de tudo, no ano passado chumbei ao exame e não me ralei minimamente por não ir para a faculdade e por não tirar um curso e ser alguém na vida, quando era esse o meu maior sonho! Ter um bom emprego e alguém que me amasse de verdade!

Tenho que acabar com este ciclo vicioso que me mata  e me  destrói aos poucos uma pequena parte do meu ser a cada dia que passa! CANSEI, CANSEI DE DEIXAR DE VIVER, de deixar de ser a pessoa que eu era: uma aluna de sucesso, uma pessoa (embora fechada), simpática, bem humorada, responsável, cumpridora, com quem todos podiam contar, elegante, disciplinada, bonita, boa aluna, esperta e inteligente, que muita gente considerava um exemplo a seguir e que merecia ter sucesso na sua vida, devido ao seu forte carácter e a todas as qualidades já referidas, bem como ao facto de, apesar de ter sido sido sempre a ovelha negra da família por não ter sido desejada e ser tratada como se estivesse a mais, fazer de mim uma mulher forte, que soube dar a volta por cima!

 

 

 

    Este últimos dois anos deram cabo de mim. Mas de agora em diante, EU VOU VOLTAR A SER A PESSOA QUE EU ERA, porque quem eu sou neste momento, não é o meu verdadeiro eu nem nada que se pareça!

    Estou farta de sobreviver, quero viver.

Quero mostrar ao mundo e, sobretudo, à minha família, que eu também sou capaz de vencer na vida! Que, embora não tendo sido deseja e ter sido discriminada por todos (os meus primos sempre se deram com as mais ricas famílias da alta sociedade, frequentaram os melhores colégios, fartam-se de viajar...etc), que eu também sou gente e tenho o meu próprio mérito, que não preciso de ter uns paizinhos ricos que me lancem na mais alta sociedade. Eu sou uma estrela com brilho próprio, como tal, vou sim subir na vida, mas pelas minhas próprias pernas, porque eu tenho o meu mérito e sou honesta e bem formada, ao contrário de certas pessoas na minha família, que julgam que por terem nome e terem juntado esse facto a um bom casamento com um parceiro rico, são as melhores do mundo e que eu não sou nada porque não sou rica e porque a minha mãe não pertence ao mesmo meio que eles, como tal, não tive as mesmas possibilidades que os meus primos tiveram.

Não pensem que, contudo, tenha inveja deles ou lhes deseje algum mal. Tenho sim, alguma pena de não ter tido algumas oportunidades que eles tiveram e que eu também acho que merecia (embora eles, quando estão com os seus amigos e conhecidos, passem por mim e nem me falem).

    Eu ainda vou surpreender muita gente, mas de forma honesta e meritosa!

    Aquilo que não nos mata, torna-nos mais fortes!

***Beijinhos***

My Spirit Is: Confiante
Link do postPor Miss Princess, às 04:24  O que achou? Comente!

7.6.09

    Bom Domigo para todos! Encontrei num site este artigo bastante inetressante e deveras importante sobre os erros e infiabilidades do famoso método de cálculo do grau de magreza ou obesidade - o IMC (índice de massa corporal), finalmente consigo entender o porquê de eu ter um peso considerado normal mas não estar nada magra, bem pelo contrário. Por várias vezes fui a uma daquelas balanças que há nas parafarmácias, que medem a percentagem de gordura corporal, e, curiosamente, a minha é de 24% para alguém de 1,57 e 55 kg .

 

 

 

 

    "Pesquisa divulgada recentemente com mais de duas mil pessoas revela que, mesmo com peso adequado, 62% delas têm excesso de gordura localizada e correm o risco de sofrer de doenças relacionadas ao sobrepeso. Saiba mais sobre esse novo transtorno
 

    A notícia pode parecer contraditória, entretanto foi o resultado a que os cientistas chegaram após um estudo, que avaliou 2.127 pessoas com IMC (o famoso Índice de Massa Corporal) até então considerado adequado. O IMC, muito usado pelos médicos para avaliar grupos de pessoas, é uma fórmula que indica o estado nutricional do indivíduo, desde a desnutrição grave até a obesidade, relacionando o peso à altura por meio de uma equação. Se o resultado for entre 18,5 e 24,9, o peso é considerado normal (veja quadro Como calcular o IMC).

Músculo X gordura localizada 
O que o estudo norte-americano demonstrou é que essa conta não é tão simples como se imaginava: o IMC não diferencia a massa muscular da gordura. E como a gordura é mais leve do que a massa muscular, a substituição de músculos por tecido adiposo pode acontecer sem alterações no peso. Foi exatamente isso que os pesquisadores constataram: mais da metade das pessoas analisadas tinha excesso de gordura corporal.

“Um fisiculturista, por exemplo, pode ser classificado como ‘obeso’, pois o seu elevado peso corporal pode ter aumentado bastante o IMC. Entretanto, ele estaria longe de ser ‘gordo’, sendo, na verdade, muito ‘forte’, já que tem grande massa magra, e não massa gorda. Por outro lado, pessoas com peso considerado adequado podem ter perda muscular (massa magra), mas manter uma alta taxa de gordura para seu tipo físico. Nesse caso, apesar de o aparente peso adequado dar uma tranqüilidade ilusória, essa quantidade de gordura acima do normal poderá trazer todos os problemas de saúde que um obeso teria”, explica o médico esportivo e coordenador do curso de Treinamento Personalizado do Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício da Unifesp, Fernando Torres.

De repente, gorda 
    Renata Maia, publicitária de uma famosa academia de São Paulo, 25 anos, 1,65 m, 59 kg, jamais precisou brigar com os ponteiros da balança e, até pouco tempo atrás, acreditava ser dona de uma saúde invejável. Mas, ao realizar o exame de bioimpedância (usado para avaliar a composição corporal do paciente) no final do ano passado, um susto: descobriu que estava com 30% de gordura no corpo.

“Fiz um check-up há alguns meses e deu que meu colesterol estava muito alto para uma pessoa da minha idade. Nunca poderia imaginar que isso fosse acontecer comigo, porque nunca fiquei acima do meu peso, não tenho facilidade para engordar. Estava com 61 kg. Mas o médico recomendou que fizesse atividade física e cortasse, ao máximo, frituras e gorduras. Comecei a fazer dieta e passei a fazer duas horas de exercícios por dia. Antes, treinava, no máximo, uma hora”, conta a publicitária.

"NUNCA PODERIA IMAGINAR QUE ISSO FOSSE ACONTECER COMIGO, PORQUE NUNCA FIQUEI ACIMA DO MEU PESO, NÃO TENHO FACILIDADE PARA ENGORDAR"
RENATA MAIA, DIAGNOSTICADA COM OBESIDADE DO PESO NORMAL

Para a médica do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Gláucia Duarte, Renata é o típico exemplo de paciente propenso à obesidade de peso normal, pois está dentro da faixa estabelecida como normal, mas, por algum motivo, apresenta aumento de adiposidade corporal."

 

    Você nunca teve de se preocupar com a balança. Ao contrário, sempre se sentiu de bem com a vida, sem a ameaça de doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, diabetes, ou qualquer outro problema relacionado ao sobrepeso, afinal, ao longo de toda a vida, conseguiu manter o peso indicado como o ideal para a sua altura e idade. Mas, há pouco mais de um mês, os pesquisadores da Clínica Mayo (EUA) divulgaram uma descoberta, que, para muita gente, caiu como uma bomba: a obesidade do peso normal.

 

 

*Informação retirada do site: http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/62/artigo91590-1.asp

 

My Spirit Is: Normal

6.6.09

    Olá a todos...hoje foi definitivamente um dia não, parece que nos primeiros quatro dias a fluoxetina e o ansiolitico tiravam-me mais o apetite, mas hoje tive novamente compulsão, por este andar nunca mais vou emagrecer *suspiros*.

Parece que os medicamentos nos primeiros dias actuavam de modo diferente, reduziam a fome devido ao ligeiro enjoo, sono e cansaço que me causavam. Agora, népia! noto que não ando tão nervosa e sinto-me mais calminha, mas a fomeca exagerada continua. No papel que vem com o antidepressivo (fluoxetina), diz lá que é utilizado no tratamento da compulsão alimentar e da bulimía nervosa (para além de depressões, é claro), mas não diz que é para

o excesso de apetite, a referência à perda de apetite aparece como um dos efeitos secundários do medicamento, que por sinal também é indicado que desaparece com a continuidade do tratamento. Já estão a ver não é?

 

 

    Em relação ás análises ao sangue, não tive novamente tempo para fazer hoje, ou vou amanhã ou na segunda-feira, pensei que as explicações de História eram à tarde mas afinal ficaram marcadas para a parte da manhã (eu mudei de área no final do meu 10º ano, era de ciências socioeconómicas, nunca fui uma aluna de quadro de honra, mas até tinha umas notas jeitosas entre o 14 e o 17, o pior foi a matemática, que foi uma disciplina a que chumbei sempre desde que pus o pezinho na escola aos 6 anos de idade, como tal, sem quaisquer bases para aquilo, nunca passei do 4 ou do 5 numa escala de 0 a 20 .... Como tal, tive que optar pela única área em que este "bicho" não me perseguia - Ciências sociais e humanas/ Humanidades, e fiquei com uma disciplina para fazer em exame - História, a qual acabei por chumbar, um exame para uma inculta em relação a estas tematicas e sem nunca ter tido aulas ir fazer um exame de tres anos de historia para equivaler a toda a nota dessa disciplina no ensino secundario, é algo dificilimo, então, este ano, desde á um mes atras, consegui finalmente saber de um explicador neste raio desta terra que estivesse dentro do programa de História A actual e me pudesse acompanhar, até agora tem corrido bem, é um bom explicador ( deve ser dos poucos aqui que esta dentro do programa porque acabou o curso dele á pouco tempo, é pouco mais velho do que eu...lol tem 20 e poucos anos, fiquei na duvida entre trata-lo por "tu" ou por "professor" quando vi que era tão jovem).

    Voltando ao assunto anterior, quando for à próxima consulta, tenho que falar seriamente com a Dra, talvez seja melhor suspender o tramento, estar a tomar uma coisa que só me pode criar dependência, encher-me de químicos, dár-me cabo da saúde e não me resolver o problema... não dá.

 ***Beijinhos e bom fim-de-semana light!***

My Spirit Is: Desiludida

5.6.09

    Encontrei num site sobre estudos realizados acerca de diversas matérias, do qual não me recordo o endereço, este estudo, julgo que bastante interessante. O mesmo afirma que  a compulsão alimentar é um vício tão grande como qualquer droga ( agora começo a compreender um pouco melhor a origem do meu problema).

 

 

Diz o estudo...

 

    Pesquisadores estudaram como o acto de comer afeta o cérebro

Um estudo feito por cientistas americanos afirma que comer demais é um vício para as pessoas, sobretudo as que já apresentam obesidade.

    Medições feitas com sete pessoas já obesas mostraram que as regiões do cérebro que controlam a saciedade são as mesmas que são activadas pelas drogas em pessoas viciadas.

 

    O estudo feito foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Science.

A equipa de cientistas que fez a pesquisa disse que os resultados podem ajudar a desenvolver novos tratamentos para obesidade.

 

Impulsos cerebrais

 

    Os pesquisadores estudaram os impulsos do cérebro das pessoas. Todas elas usavam um Sistema Implantável de Estimulação Gástrica (sigla ISG, em inglês), um aparelho implantado no corpo que ajuda a reduzir peso.

 

    O ISG manda sinais eletrônicos para um nervo que repassa uma mensagem de saciedade para o cérebro, reduzindo a vontade de comer.

Para entender a interacção entre o estômago e o cérebro, os voluntários tiveram os seus cérebros escaneados duas vezes com um intervalo de duas semanas. Num dos testes, o aparelho estava ligado, e, no outro, desligado.

 

    Quando os voluntários se estavam a sentir saciados, o scanner mostrou mudança no metabolismo em partes do cérebro como o córtex orbitofrontal e o hipocampo, área do órgão associada com o comportamento emocional, o aprendizado e a memória.

 

    “Logo que vimos esses testes, logo me lembrei do que havíamos estudado sobre abuso de drogas, quando as pessoas estavam passando grande vontade (de tomar a droga) – as mesmas áreas do cérebro se ativaram”, disse o pesquisador do Brookhaven National Laboratory, Gene-Jack Wang, que liderou o estudo.

 

    Segundo ele, isso corrobora a idéia de que há relação entre os circuitos do cérebro ativados pela alimentação e aqueles ligados ao consumo de drogas.

Apesar de a pesquisa ser uma amostragem pequena, afirmou Wang, ela ajuda a entender melhor a obesidade e o desejo de comer.

 

    “Isso nos dá outro canal para compreender como tratar ou prevenir obesidade.”

Para o professor Jimmy Bell, do grupo de imagem molecular do hospital Hammersmith, de Londres, o estudo é muito interessante.

 

    “Há muita pesquisa sendo feita em todo o mundo procurando biomarcadores – qualquer coisa que mostre exatamente o que está acontecendo no processo biológico – para entender a relação entre apetite, saciedade e fatores emocionais que controlam o que nós comemos, quando nós comemos e quanto nós comemos”, disse Bell.

 

    “Não acho que seja surpreendente que eles tenham encontrado um elo entre o vício de drogas e comer demais. De certa forma, você pode encarar o acto de comer como uma ‘necessidade que vicia’ – se nós não fossemos viciados em comer, a maioria pararia de comer.”

 

 

My Spirit Is: Uma "drogada"
Link do postPor Miss Princess, às 09:00  O que achou? Comente!

4.6.09

    Olá  a todos! Parece que a minha compulsão alimentar está mais controladinha ^.^. Quando fui á médica, ela passou-me uma ecografia para ver como estão os meus ovários, na mesma foi detectada um foliculo em crescimento, do qual possa resultar uma possivel ovulação, espero que finalmente volte tudo à normalidade.

 

    Em relação ás minhas compulsões, a Dra receitou-me um antidepressivo (Fluoxetina) e um ansiolitico, de maneira a cortar o apetite excessivo e diminuir a minha ansiedade sobre a comida (sou uma pessoa algo nervosa), assim como umas análises aos niveis hormonais( estogeneos e tiroide) e um outro exame especifo  à tiroide.

Sempre fui contra os produtos químicos, nem quando estou com constipações tomo remédios, habituei o meu organismo a isso e passado dois dias a constipação já era! há anos que não tenho febre. Tenho algum receio de certos fármacos, sobretudo os antidepressivos, pois estes são drogas, e as drogas causam dependência.

Mas a Dra disse que não haveria problema se eu fizesse de acordo com o tratamento proposto ( com duração de 6 meses, seguido do "desmame" ) e, sobretudo, que confiasse na pessoa que me estava a medicar (já a conheço á alguns anos  e ela sabe o meu historial todo).

 

 

    Nos primeiros quatro dias, a Dra disse que eu poderia sentir  "tremeliques", mas a única coisa que notei foi que andava cheia de sono e que adormecia em todo o lado em que me sentava...lol, inclusive em frente a este meu computador portatil, que caiu no chão quando adormeci sobre ele... (meu deus, que horror),  mas ao menos não sofreu qualquer dano *suspiros* , tenho-o há pouco mais de 3 meses e foi comprado com o dinheiro que reci no natal!

Graças a deus o efeito só durou os ditos quatro dias, durante a noite dava-me muita espertina (passava os dias a dormir, la esta), mas agora esta tudo bem, sinto-me me mais calminha e bem disposta, isso tem ajudado bastante no controlo da compulão.

Outra coisa boa do tratamento está no facto de já não me acontecer aquele pequeno grande problema nocturno... é curioso...pensei que puidesse ter algum problema na bexiga, mas a ecografia não acusou nada e eu ja consultei dois terapeutas e ambos chegaram a conclusão de que era tudo provocado pela minha cabeça, por algum choque emocional forte ou algum trauma recalcado pelo meu inconsciente (o que, provavelmente, tambem é o mesmo que ocasiona a minha falta de menstruação e a baixa do estrogeneo, bem como a compulsão), a mente humana é realmente um mistério, sobretudo o nosso inconsciente.

 

   Em relação ás análises, ainda não tive tempo de as ir fazer, vou ao laboratório faze-las o mais tardar esta sexta-feira.

***Beijokinhas***

 

My Spirit Is: Bem/Esperançada


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